Autobiográfico?!

Pequenas construções que somadas apresentam uma pessoa em busca de sua verdade. Pequenas construções nascidas a partir da observação do cotidiano.

Reencontro.

Os reencontros eram marcados sempre por muita alegria e doses elevadas de saudade. Abraços cheios de calor, e uma sede intensa em saber o que havia se passado no tempo em que estiveram distantes um do outro. Isto era afinal, o que estas ocasiões lhe traziam.

Atual.

O atual momento que estava vivendo, trazia a tona um novo tipo de comportamento e novas preocupações. Deixou de lado toda a futilidade que estava acumulada há anos, e passou a observar melhor as coisas que aconteciam ao seu redor. 

Aventura.

E cada um a sua maneira torna esta insana aventura no plano terrestre em algo único e inesquecível.

Chato.

Era um dos tipos mais chatos que havia conhecido. Sabia levantar os podres alheios, mas não se dava ao trabalho de olhar para si. 

Momentos.

As conversas esporádicas e a aparente paz que existia entre ambos chegava a causar comoção em quem acompanhava aquela relação de fora. Nestes momentos pareciam pai e filho. Mas a realidade não era esta. E ambos sabiam. 

Tempo.

As vezes nem o tempo é capaz de nos fazer entender algumas coisas.

Início.

Por mais que o cansaço fosse visível, sabia que aquilo era só o início. 

Importante.

Estava acima do bem e do mal. Julgava-se deveras importante. Achava que seu cargo lhe conferia algum diferencial. Tratava as pessoas como bem entendia.

Busca.

Pensava se tudo aquilo valia a pena. Entre idas e vindas em meio ao Metrô lotado, buscava motivações para continuar em frente.

Contrário.

A relação entre pai e filho sempre fora conturbada, viviam de altos e baixos. Ainda sim, aquele pequeno jovem mantinha as esperanças de que um dia as coisas poderiam melhorar, mesmo que as recentes experiências lhe indicassem o contrário.